Nos últimos anos, a energia solar fotovoltaica se consolidou como uma alternativa sustentável, econômica e acessível para residências, comércios e pequenas empresas. Mas quem já investe ou pretende investir nesse modelo está se deparando com um novo cenário regulatório e operacional que exige atenção redobrada.
O termo “energia lunar”, que surgiu de forma bem-humorada nas redes sociais, revela um problema real: a energia solar injetada na rede durante o dia está voltando à noite com custo adicional, e agora, em alguns casos, nem mesmo está sendo aceita pelas distribuidoras nos horários de geração.
Neste artigo, vamos explicar:
- O que é a “energia lunar”;
- Por que as distribuidoras estão dificultando a conexão de novos sistemas;
- Como o armazenamento com baterias pode contornar essas barreiras;
- E como a Vela pode te ajudar a proteger seu investimento.
O que é a tal da “energia lunar”?
A expressão “energia lunar” se refere à energia solar que é gerada durante o dia, injetada na rede elétrica e consumida de volta à noite — mas agora com incidência de tarifas. Ou seja, o consumidor paga para usar a própria energia que produziu.
Esse fenômeno é consequência direta do novo marco legal da geração distribuída, regulamentado pela Lei 14.300/2022, que passou a cobrar pelo uso da infraestrutura da distribuidora (como o Fio B) nos casos em que a energia é injetada e posteriormente compensada.
Antes da nova regra, a compensação era integral: injetava 1 kWh, consumia 1 kWh. Agora, parte dessa energia é “perdida” em forma de encargos. O resultado? Um sistema solar pode continuar gerando energia normalmente, mas sua economia na conta de luz começa a ser menor.
Distribuidoras restringem pareceres de acesso
Além da questão tarifária, o setor de geração distribuída enfrenta outro obstáculo crescente: a resistência de algumas distribuidoras em liberar novos pareceres de acesso, documento necessário para conectar sistemas solares à rede elétrica.
Segundo apuração da Folha de S.Paulo, há casos em que distribuidoras estão condicionando a injeção de energia apenas no período noturno, entre 19h e 5h — justamente quando os sistemas solares não estão gerando energia.
Essa limitação, na prática, impossibilita a compensação tradicional da energia gerada durante o dia e gera insegurança para investidores, integradores e consumidores.
O argumento das distribuidoras é o risco de inversão de fluxo de potência, ou seja, quando a geração local excede o consumo e provoca sobrecarga em redes não preparadas. No entanto, especialistas do setor apontam que essa justificativa não pode ser usada de forma generalizada, sem estudos técnicos que comprovem o risco real em cada caso.
O impacto para quem tem ou quer instalar energia solar
Diante dessas mudanças, consumidores residenciais e empresariais que investiram em energia solar podem perceber uma redução na economia prometida, especialmente aqueles que consomem mais energia à noite — quando não estão gerando, mas precisam retirar da rede a energia injetada anteriormente.
Além disso, novos projetos podem ser barrados ou restringidos por distribuidoras, mesmo que a geração solar seja uma alternativa limpa e alinhada com a política nacional de transição energética.
A solução estratégica: armazenamento de energia com baterias
A alternativa mais segura, econômica e sustentável para contornar esse cenário é adotar sistemas de armazenamento de energia, que permitem guardar a energia solar gerada durante o dia para consumo posterior — sem depender da rede.
Com um sistema de baterias, o fluxo muda completamente:
- A energia gerada é consumida localmente;
- Não há (ou há muito menos) injeção na rede;
- A dependência das distribuidoras é reduzida;
- E os encargos de compensação são praticamente eliminados.
Por que o armazenamento faz sentido agora?
O armazenamento com baterias já é uma realidade técnica e econômica para muitos perfis de consumidores. Com a queda nos preços dos equipamentos, o avanço tecnológico e a valorização da energia nos horários de ponta, o payback dos sistemas com baterias está cada vez mais competitivo.
Além disso, há benefícios adicionais:
- Previsibilidade de custos: você controla sua energia, sem surpresas tarifárias.
- Proteção contra falhas de rede: maior resiliência em casos de apagão ou oscilação.
- Sustentabilidade real: consome o que você mesmo gera, no momento que quiser.
A Vela ajuda você a virar o jogo
Na Vela, desenvolvemos soluções completas de armazenamento de energia, dimensionadas sob medida para residências, comércios, condomínios e pequenas empresas.
Nosso processo inclui:
✅ Diagnóstico técnico do perfil de consumo;
✅ Análise da curva de geração e uso de energia;
✅ Projeto e dimensionamento do sistema ideal de baterias;
✅ Integração com sistemas fotovoltaicos já instalados;
✅ Suporte completo na instalação, monitoramento e manutenção;
✅ Opção de compra do sistema ou modelo de assinatura (tipo “Netflix”).
Conclusão: mais do que gerar, é preciso saber usar
A energia solar continua sendo um dos melhores caminhos para economizar na conta de luz e contribuir com a sustentabilidade do planeta. Mas diante do novo cenário regulatório e das práticas restritivas adotadas por algumas distribuidoras, é essencial pensar de forma estratégica.
O armazenamento com baterias já não é mais uma “tecnologia do futuro”. É a chave para a independência energética no presente.
Se você já tem energia solar ou está planejando seu sistema, entre em contato com a Vela. Vamos avaliar juntos como nossas soluções podem garantir mais economia, segurança e controle para sua energia.
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